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terça-feira, 18 de dezembro de 2012
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Carlos A. Baccelli
18 – Perecíveis são os corpos, esses templos do espírito – eterna,
indestrutível, infinita é a alma que neles habita. Por isto, ó Arjuna, luta!
19 – Quem pensa que é a alma, o Eu, que mata, ou o Eu que morre,
não conhece a Verdade. O Eu não pode matar nem morrer.
(De “Bhagavad Gita”)
indestrutível, infinita é a alma que neles habita. Por isto, ó Arjuna, luta!
19 – Quem pensa que é a alma, o Eu, que mata, ou o Eu que morre,
não conhece a Verdade. O Eu não pode matar nem morrer.
(De “Bhagavad Gita”)
Se, em Espiritismo, há uma “revelação da Revelação”, esta, sem dúvida, é a Obra Mediúnica de Chico Xavier, o legítimo continuador de Allan Kardec!
Nos mais de 400 livros de sua lavra, o Pentateuco se desdobra e se complementa em seu tríplice aspecto: científico, filosófico e religioso. Notadamente com Emmanuel e André Luiz, a Doutrina alarga os seus horizontes e o Mundo Espiritual mais se aproxima da Terra.
Depois da Codificação, a Obra Mediúnica de Chico Xavier é o maior fenômeno doutrinário de todos os tempos. André Luiz, por sua vez igualmente medianeiro de uma plêiade de Espíritos Superiores, que lhe supervisiona o trabalho, em nome do Cristo, suspende o espesso véu que encobre os mistérios da morte e nos deixa entrever as realidades da Vida Imperecível! “Nosso Lar”, que se transforma em “best-seller”, abre caminhos para mais 12 obras, que passam a constituir preciosa coleção – um acervo espiritual sem precedentes nas abordagens até hoje efetuadas sobre a Vida no Mundo Espiritual.
Por este motivo, temos defendido, à exaustão, o estudo das obras mediúnicas de André Luiz nas casas espíritas – nas reuniões públicas, junto aos seus freqüentadores regulares, para que os adeptos da Doutrina não permaneçam na superfície do conhecimento.
No livro “Os Mensageiros”, o 2º da série, psicografado em 1944, nos deparamos com preciosas revelações, que, infelizmente, ainda hoje permanecem inéditas para a maioria dos que dizem conhecer o Espiritismo a fundo. Na Doutrina há quase 40 anos, tendo naturalmente ouvido palestras de n oradores e compulsando centenas e centenas de jornais e revistas espíritas, nunca me deparei com uma única referência sobre o assunto central deste despretensioso artigo.
Trata-se do que André Luiz nos revela, no capítulo 20, intitulado “Defesas Contra o Mal”, do referido livro, para o qual, com certeza, você também que nos lê neste instante ainda não atinou.
Permita-me transcrever dele um pequeno trecho.
“- Mas... e as armas? – perguntei – acaso são utilizadas?
- Como não? – disse Alfredo, pressuroso – não temos balas de aço, mas temos projetis elétricos. Naturalmente, a ninguém atacaremos. Nossa tarefa é de socorro e não de extermínio.
- No entanto – aduzi, sob forte impressão -, qual o efeito desses projetis?
- Assustam terrivelmente – respondeu ele sorrindo – e, sobretudo, demonstram as possibilidades de uma defesa que ultrapassa a ofensiva.
- Mas apenas assustam? – tornei a interrogar.
Alfredo sorriu mais significativamente e acrescentou:
- Poderiam causar a impressão de morte.
- Que diz! – exclamei com insofreável espanto.
O Administrador meditou alguns instantes, e, ponderando, talvez a gravidade dos esclarecimentos, obtemperou:
- Meu amigo! meu amigo! se já não estamos na carne, busquemos desencarnar também os nossos pensamentos (grifamos). As criaturas que se agarram, aqui, às impressões físicas, estão sempre criando densidade para os seus veículos de manifestação, da mesma forma que os Espíritos dedicados à região superior estão sempre purificando e elevando esses mesmos veículos. Nossos projetis, portanto, expulsam os inimigos do bem através de vibrações do medo, mas poderiam causar a ilusão da morte (grifamos), atuando sobre o corpo denso dos nossos semelhantes menos adiantados no caminho da vida. A morte física, na Terra, não é igualmente pura impressão? Ninguém desaparece. O fenômeno é apenas de invisibilidade ou, por vezes, de ausência. Quanto à responsabilidade dos que matam, isto é outra coisa. E além desta observação, que é da alçada da Justiça Divina, temos a considerar, igualmente, que, nesta esfera, o corpo denso modificado pode ressurgir todos os dias, pela matéria mental destinada à produção dele, enquanto que, para obter o corpo físico, almas há que trabalham, por vezes, durante séculos...”
Temos aí excelente material de reflexão para muito tempo, não? Vejamos quanto as nossas concepções acerca do Mundo Espiritual necessitam se ampliar, a fim de que, na condição de espíritas, não permaneçamos sob o efeito secular de sugestões enraizadas na mente – sugestões que criaram uma cultura religiosa distorcida, contra a qual o Espiritismo vem lutando em nós mesmos!
Essa tendência ao comodismo é da criatura humana, dando origem à resistência, consciente ou inconsciente, com que nos opomos às novas informações.
Em muitos adeptos da Doutrina, “Nosso Lar”, por exemplo, é uma espécie de Céu, onde esperam desfrutar de uma vida sem tantas dificuldades e desafios. Ledo engano! A vida prossegue “ipsis litteris”, ou seja, sem qualquer modificação substancial, simplesmente pelo fato de termos desencarnado. Como nos diz o Dr. Inácio Ferreira, estar ou não encarnado, significa apenas e tão-somente um pouco mais ou um pouco menos de matéria!...
Convenhamos em que, à época da Codificação, os Espíritos disseram muito, mas não disseram tudo. Que isto, porém, não nos sirva de pretexto, a médiuns e espíritos, para avançarmos além do bom-senso. Que a Fé Raciocinada continue sendo o melhor aferidor de todas as revelações que nos chegam via mediunidade.
Por outro lado, não podemos negar, a priori, o que não conseguimos assimilar de imediato. A obra “Os Mensageiros” está conosco há 64 anos, ainda aos mais eruditos dentre nós causando certo impacto intelectual.
A maior necessidade do espírita, portanto, é a de estudar, para que, como nos disse Jesus, o conhecimento da Verdade, por fim, nos liberte!
O Espiritismo não pode continuar sendo a doutrina do “achismo”... O avanço científico contemporâneo está a nos exigir uma mentalidade um pouco mais aberta e receptiva.
Concluindo os nossos apontamentos, fico eu a imaginar quanto os espíritos nos poderiam ter dito a mais, através de Chico Xavier – a mais fiel e versátil antena mediúnica da história da Humanidade -, tendo, no entanto, silenciado, justamente porque não encontraram a terra mais bem preparada para a semeadura...
Sem, portanto, menosprezar o esforço mediúnico de tantos outros seareiros, nos lancemos ao estudo sistemático da Obra Mediúnica de Chico Xavier, que emerge da Codificação com a mesma naturalidade com que o Espiritismo desponta das páginas do Evangelho do Cristo.
Nos mais de 400 livros de sua lavra, o Pentateuco se desdobra e se complementa em seu tríplice aspecto: científico, filosófico e religioso. Notadamente com Emmanuel e André Luiz, a Doutrina alarga os seus horizontes e o Mundo Espiritual mais se aproxima da Terra.
Depois da Codificação, a Obra Mediúnica de Chico Xavier é o maior fenômeno doutrinário de todos os tempos. André Luiz, por sua vez igualmente medianeiro de uma plêiade de Espíritos Superiores, que lhe supervisiona o trabalho, em nome do Cristo, suspende o espesso véu que encobre os mistérios da morte e nos deixa entrever as realidades da Vida Imperecível! “Nosso Lar”, que se transforma em “best-seller”, abre caminhos para mais 12 obras, que passam a constituir preciosa coleção – um acervo espiritual sem precedentes nas abordagens até hoje efetuadas sobre a Vida no Mundo Espiritual.
Por este motivo, temos defendido, à exaustão, o estudo das obras mediúnicas de André Luiz nas casas espíritas – nas reuniões públicas, junto aos seus freqüentadores regulares, para que os adeptos da Doutrina não permaneçam na superfície do conhecimento.
No livro “Os Mensageiros”, o 2º da série, psicografado em 1944, nos deparamos com preciosas revelações, que, infelizmente, ainda hoje permanecem inéditas para a maioria dos que dizem conhecer o Espiritismo a fundo. Na Doutrina há quase 40 anos, tendo naturalmente ouvido palestras de n oradores e compulsando centenas e centenas de jornais e revistas espíritas, nunca me deparei com uma única referência sobre o assunto central deste despretensioso artigo.
Trata-se do que André Luiz nos revela, no capítulo 20, intitulado “Defesas Contra o Mal”, do referido livro, para o qual, com certeza, você também que nos lê neste instante ainda não atinou.
Permita-me transcrever dele um pequeno trecho.
“- Mas... e as armas? – perguntei – acaso são utilizadas?
- Como não? – disse Alfredo, pressuroso – não temos balas de aço, mas temos projetis elétricos. Naturalmente, a ninguém atacaremos. Nossa tarefa é de socorro e não de extermínio.
- No entanto – aduzi, sob forte impressão -, qual o efeito desses projetis?
- Assustam terrivelmente – respondeu ele sorrindo – e, sobretudo, demonstram as possibilidades de uma defesa que ultrapassa a ofensiva.
- Mas apenas assustam? – tornei a interrogar.
Alfredo sorriu mais significativamente e acrescentou:
- Poderiam causar a impressão de morte.
- Que diz! – exclamei com insofreável espanto.
O Administrador meditou alguns instantes, e, ponderando, talvez a gravidade dos esclarecimentos, obtemperou:
- Meu amigo! meu amigo! se já não estamos na carne, busquemos desencarnar também os nossos pensamentos (grifamos). As criaturas que se agarram, aqui, às impressões físicas, estão sempre criando densidade para os seus veículos de manifestação, da mesma forma que os Espíritos dedicados à região superior estão sempre purificando e elevando esses mesmos veículos. Nossos projetis, portanto, expulsam os inimigos do bem através de vibrações do medo, mas poderiam causar a ilusão da morte (grifamos), atuando sobre o corpo denso dos nossos semelhantes menos adiantados no caminho da vida. A morte física, na Terra, não é igualmente pura impressão? Ninguém desaparece. O fenômeno é apenas de invisibilidade ou, por vezes, de ausência. Quanto à responsabilidade dos que matam, isto é outra coisa. E além desta observação, que é da alçada da Justiça Divina, temos a considerar, igualmente, que, nesta esfera, o corpo denso modificado pode ressurgir todos os dias, pela matéria mental destinada à produção dele, enquanto que, para obter o corpo físico, almas há que trabalham, por vezes, durante séculos...”
Temos aí excelente material de reflexão para muito tempo, não? Vejamos quanto as nossas concepções acerca do Mundo Espiritual necessitam se ampliar, a fim de que, na condição de espíritas, não permaneçamos sob o efeito secular de sugestões enraizadas na mente – sugestões que criaram uma cultura religiosa distorcida, contra a qual o Espiritismo vem lutando em nós mesmos!
Essa tendência ao comodismo é da criatura humana, dando origem à resistência, consciente ou inconsciente, com que nos opomos às novas informações.
Em muitos adeptos da Doutrina, “Nosso Lar”, por exemplo, é uma espécie de Céu, onde esperam desfrutar de uma vida sem tantas dificuldades e desafios. Ledo engano! A vida prossegue “ipsis litteris”, ou seja, sem qualquer modificação substancial, simplesmente pelo fato de termos desencarnado. Como nos diz o Dr. Inácio Ferreira, estar ou não encarnado, significa apenas e tão-somente um pouco mais ou um pouco menos de matéria!...
Convenhamos em que, à época da Codificação, os Espíritos disseram muito, mas não disseram tudo. Que isto, porém, não nos sirva de pretexto, a médiuns e espíritos, para avançarmos além do bom-senso. Que a Fé Raciocinada continue sendo o melhor aferidor de todas as revelações que nos chegam via mediunidade.
Por outro lado, não podemos negar, a priori, o que não conseguimos assimilar de imediato. A obra “Os Mensageiros” está conosco há 64 anos, ainda aos mais eruditos dentre nós causando certo impacto intelectual.
A maior necessidade do espírita, portanto, é a de estudar, para que, como nos disse Jesus, o conhecimento da Verdade, por fim, nos liberte!
O Espiritismo não pode continuar sendo a doutrina do “achismo”... O avanço científico contemporâneo está a nos exigir uma mentalidade um pouco mais aberta e receptiva.
Concluindo os nossos apontamentos, fico eu a imaginar quanto os espíritos nos poderiam ter dito a mais, através de Chico Xavier – a mais fiel e versátil antena mediúnica da história da Humanidade -, tendo, no entanto, silenciado, justamente porque não encontraram a terra mais bem preparada para a semeadura...
Sem, portanto, menosprezar o esforço mediúnico de tantos outros seareiros, nos lancemos ao estudo sistemático da Obra Mediúnica de Chico Xavier, que emerge da Codificação com a mesma naturalidade com que o Espiritismo desponta das páginas do Evangelho do Cristo.
Artigo extraído do "JORNAL DA MEDIUNIDADE" - Uberaba (MG)
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Regras de Saúde
Regras de Saúde
1 - Guarde o coração em Paz á frente de todas as situações e de todas as coisas. Todos os patrimônios da vida pertencem a Deus.
2 - Apóie-se no dever rigorosamente cumprido. Não há equilíbrio físico sem harmonia espiritual.
3 - Cultive o hábito da oração. A prece é a luz na defesa do corpo e da alma.
4 - Ocupe o seu que tempo disponivel com o trabalho proveitoso, sem esquecer o descanso imprescindível ao justo refazimento. a sugestão das trevas chega até nós pela hora vazia.
5 - Estude sempre. A renovação das idéias favorece a evolução do espírito.
6 - Evite a cólera. enraivecer-se é animalizar-se , caindo nas sombras de baixo nível.
7 - Fuja a malidicência. O lodo agitado atinge a quem o revolve.
8 - Sempre que possível, respire a longos haustos e não olvide o banho diário, ainda que ligeiro,. O ar puro é precioso alimento e o banho revigora energias.
9 - Coma pouco. A criatura sensata come para viver, enquanto a criatura imprudente vive para comer.
10 - Use a paciência e o perdão infatigavelmente. Todos nós temos sido caridosamente tolerados pela Bondade Divina milhões de vezes e conservar o coração no vinagre da intolerância é provovar a própria queda na morte inútil.
ANDRÉ LUIZ - Médium Francisco Cândido Xavier
segunda-feira, 28 de março de 2011
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
A Caminho da Luz
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| A Caminho da Luz |
Meus amigos, que Deus vos conceda paz.É-me grata a vossa palestra a respeito dos nossos trabalhos.
Esperemos e supliquemos a bênção do Alto para o nosso esforço. Dando seguimento aos nossos estudos, procuremos esforçar-nos por mostrar a verdadeira posição do Evangelho do Cristo, tanta vez incompreendido aí no mundo, em face das religiões e das filosofias terrenas. Não deverá ser este um trabalho histórico. A história do mundo está compilada e feita. Nossa contribuição será à tese religiosa, elucidando a
influência sagrada da fé e o ascendente espiritual, no curso de todas as civilizações terrestres. O livro do irmão Humberto ("Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho) foi a revelação da missão coletiva de um país; nosso esforço consistirá, tão-somente, em apontamentos à margem da tarefa de grandes missionários do mundo e de povos que já desapareceram, esclarecendo a grandeza e a misericórdia do Divino Mestre. Vamos esperar os dias próximos, quando tentaremos realizar nossos planos humildes de trabalho. Que Deus vos conceda a todos tranqüilidade e saúde, e a nós as possibilidades necessárias. Muito vos agradeço o concurso de cada um no esforço geral. Trabalhemos na grande colmeia da evolução, sem outra preocupação que não seja a de bem servir Àquele que, das Alturas, sabe de todas as nossas lutas e lágrimas. Confiemos nEle. Do seu coração augusto e misericordioso parte a fonte da luz e da vida, da harmonia e da paz para todos os corações. Que Ele vos abençoe.
EMMANUELEsperemos e supliquemos a bênção do Alto para o nosso esforço. Dando seguimento aos nossos estudos, procuremos esforçar-nos por mostrar a verdadeira posição do Evangelho do Cristo, tanta vez incompreendido aí no mundo, em face das religiões e das filosofias terrenas. Não deverá ser este um trabalho histórico. A história do mundo está compilada e feita. Nossa contribuição será à tese religiosa, elucidando a
influência sagrada da fé e o ascendente espiritual, no curso de todas as civilizações terrestres. O livro do irmão Humberto ("Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho) foi a revelação da missão coletiva de um país; nosso esforço consistirá, tão-somente, em apontamentos à margem da tarefa de grandes missionários do mundo e de povos que já desapareceram, esclarecendo a grandeza e a misericórdia do Divino Mestre. Vamos esperar os dias próximos, quando tentaremos realizar nossos planos humildes de trabalho. Que Deus vos conceda a todos tranqüilidade e saúde, e a nós as possibilidades necessárias. Muito vos agradeço o concurso de cada um no esforço geral. Trabalhemos na grande colmeia da evolução, sem outra preocupação que não seja a de bem servir Àquele que, das Alturas, sabe de todas as nossas lutas e lágrimas. Confiemos nEle. Do seu coração augusto e misericordioso parte a fonte da luz e da vida, da harmonia e da paz para todos os corações. Que Ele vos abençoe.
(Mensagem recebida em 17- 8 -1938.)
As raças adâmicas
O SISTEMA DE CAPELA
Nos mapas zodiacais, que os astrônomos terrestres compulsam em seus estudos, observa-se desenhada uma grande estrela na Constelação do Cocheiro, que recebeu, na Terra, o nome de Cabra ou Capela. Magnífico
sol entre os astros que nos são mais vizinhos, ela, na sua trajetória pelo Infinito, faz-se acompanhar, igualmente, da sua família de mundos, cantando as glórias divinas do Ilimitado. A sua luz gasta cerca de 42 anos para chegar à face da Terra, considerando-se, desse modo, a regular distância existente entre a Capela e o nosso planeta, já que a luz percorre o espaço com a velocidade aproximada de 300.000 quilômetros por segundo.
Quase todos os mundos que lhe são dependentes já se purificaram física e moralmente, examinadas as condições de atraso moral da Terra, onde o homem se reconforta com as vísceras dos seus irmãos inferiores,
como nas eras pré-históricas de sua existência, marcham uns contra os outros ao som de hinos guerreiros, desconhecendo os mais comezinhos princípios de fraternidade e pouco realizando em favor da extinção do
egoísmo, da vaidade, do seu infeliz orgulho.
sol entre os astros que nos são mais vizinhos, ela, na sua trajetória pelo Infinito, faz-se acompanhar, igualmente, da sua família de mundos, cantando as glórias divinas do Ilimitado. A sua luz gasta cerca de 42 anos para chegar à face da Terra, considerando-se, desse modo, a regular distância existente entre a Capela e o nosso planeta, já que a luz percorre o espaço com a velocidade aproximada de 300.000 quilômetros por segundo.
Quase todos os mundos que lhe são dependentes já se purificaram física e moralmente, examinadas as condições de atraso moral da Terra, onde o homem se reconforta com as vísceras dos seus irmãos inferiores,
como nas eras pré-históricas de sua existência, marcham uns contra os outros ao som de hinos guerreiros, desconhecendo os mais comezinhos princípios de fraternidade e pouco realizando em favor da extinção do
egoísmo, da vaidade, do seu infeliz orgulho.
UM MUNDO EM TRANSIÇÕES
Há muitos milênios, um dos orbes da Capela, que guarda muitas afinidades com o globo terrestre, atingira a culminância de um dos seus extraordinários ciclos evolutivos. As lutas finais de um longo aperfeiçoamento estavam delineadas, como ora acontece convosco, relativamente às transições esperadas no século XX, neste crepúsculo de civilização. Alguns milhões de Espíritos rebeldes lá existiam, no caminho da evolução geral, dificultando a consolidação das penosas conquistas daqueles povos cheios de piedade e virtudes, mas uma ação de saneamento geral os alijaria daquela humanidade, que fizera jus à concórdia perpétua, para a edificação dos seus elevados trabalhos As grandes comunidades espirituais, diretoras do Cosmos, deliberam, então, localizar aquelas entidades, que se tornaram pertinazes no crime, aqui na Terra longínqua, onde aprenderiam a realizar, na dor e nos trabalhos penosos do seu ambiente, as grandes conquistas do coração e impulsionando, simultaneamente, o progresso dos seus irmãos inferiores.
ESPÍRITOS EXILADOS NA TERRA
Foi assim que Jesus recebeu, à luz do seu reino de amor e de justiça, aquela turba de seres sofredores e infelizes. Com a sua palavra sábia e compassiva, exortou essas almas desventuradas à edificação da consciência pelo cumprimento dos deveres de solidariedade e de amor, no esforço regenerador de si mesmas. Mostrou-lhes os campos imensos de luta que se desdobravam na Terra, envolvendo-as no halo bendito da sua misericórdia e da sua caridade sem limites. Abençoou-lhes as lágrimas santificadoras, fazendo-lhes sentir os sagrados triunfos do futuro e prometendo-lhes a sua colaboração cotidiana e a sua vinda no porvir. Aqueles seres angustiados e aflitos, que deixavam atrás de si todo um mundo de afetos, não obstante os seus corações empedernidos na prática do mal, seriam degredados na face obscura do planeta terrestre; andariam desprezados na noite dos milênios da saudade e da amargura; reencarnariam no seio das raças ignorantes e primitivas, a lembrarem o paraíso perdido nos firmamentos distantes. Por muitos séculos não veriam a suave luz da Capela, mas trabalhariam na Terra acariciados por Jesus e confortados na sua imensa misericórdia.
Foi assim que Jesus recebeu, à luz do seu reino de amor e de justiça, aquela turba de seres sofredores e infelizes. Com a sua palavra sábia e compassiva, exortou essas almas desventuradas à edificação da consciência pelo cumprimento dos deveres de solidariedade e de amor, no esforço regenerador de si mesmas. Mostrou-lhes os campos imensos de luta que se desdobravam na Terra, envolvendo-as no halo bendito da sua misericórdia e da sua caridade sem limites. Abençoou-lhes as lágrimas santificadoras, fazendo-lhes sentir os sagrados triunfos do futuro e prometendo-lhes a sua colaboração cotidiana e a sua vinda no porvir. Aqueles seres angustiados e aflitos, que deixavam atrás de si todo um mundo de afetos, não obstante os seus corações empedernidos na prática do mal, seriam degredados na face obscura do planeta terrestre; andariam desprezados na noite dos milênios da saudade e da amargura; reencarnariam no seio das raças ignorantes e primitivas, a lembrarem o paraíso perdido nos firmamentos distantes. Por muitos séculos não veriam a suave luz da Capela, mas trabalhariam na Terra acariciados por Jesus e confortados na sua imensa misericórdia.
FIXAÇÃO DOS CARACTERES RACIAIS
Com o auxílio desses Espíritos degredados, naquelas eras remotíssimas, as falanges do Cristo operavam ainda as últimas experiências sobre os fluidos renovadores da vida, aperfeiçoando os caracteres biológicos das raças humanas. A Natureza ainda era, para os trabalhadores da espiritualidade, um campo vasto de experiências infinitas; tanto assim que, se as observações do mendelismo fossem transferidas àqueles milênios distantes, não se encontraria nenhuma equação definitiva nos seus estudos de biologia. A moderna genética não poderia fixar, como hoje, as expressões dos "genes", porquanto, no laboratório das forças invisíveis, as células ainda sofriam longos processos de acrisolamento, imprimindo-se-lhes elementos de astralidade, consolidando-se-lhes as expressões definitivas, com vistas às organizações do porvir. Se a gênese do planeta se processara com a cooperação dos milênios, a gênese das raças humanas requeria a contribuição do tempo, até que se abandonasse a penosa e longa tarefa da sua fixação.
Com o auxílio desses Espíritos degredados, naquelas eras remotíssimas, as falanges do Cristo operavam ainda as últimas experiências sobre os fluidos renovadores da vida, aperfeiçoando os caracteres biológicos das raças humanas. A Natureza ainda era, para os trabalhadores da espiritualidade, um campo vasto de experiências infinitas; tanto assim que, se as observações do mendelismo fossem transferidas àqueles milênios distantes, não se encontraria nenhuma equação definitiva nos seus estudos de biologia. A moderna genética não poderia fixar, como hoje, as expressões dos "genes", porquanto, no laboratório das forças invisíveis, as células ainda sofriam longos processos de acrisolamento, imprimindo-se-lhes elementos de astralidade, consolidando-se-lhes as expressões definitivas, com vistas às organizações do porvir. Se a gênese do planeta se processara com a cooperação dos milênios, a gênese das raças humanas requeria a contribuição do tempo, até que se abandonasse a penosa e longa tarefa da sua fixação.
ORIGEM DAS RAÇAS BRANCAS
Aquelas almas aflitas e atormentadas reencarnaram, proporcionalmente, nas regiões mais importantes, onde se haviam localizado as tribos e famílias primitivas, descendentes dos "primatas", a que nos referimos ainda há pouco. Com a sua reencarnação no mundo terreno, estabeleciam-se fatores definitivos na história etnológica dos seres. Um grande acontecimento se verificara no planeta É que, com essas entidades, nasceram no .........
Aquelas almas aflitas e atormentadas reencarnaram, proporcionalmente, nas regiões mais importantes, onde se haviam localizado as tribos e famílias primitivas, descendentes dos "primatas", a que nos referimos ainda há pouco. Com a sua reencarnação no mundo terreno, estabeleciam-se fatores definitivos na história etnológica dos seres. Um grande acontecimento se verificara no planeta É que, com essas entidades, nasceram no .........
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sábado, 13 de novembro de 2010
As Cartas Psicografadas por Chico Xavier
''O público está interessado em espiritualidade'', diz diretora de ''As Cartas Psicografadas por Chico Xavier''
ALYSSON OLIVEIRA
Do Cineweb
“O público está muito interessado em filmes que falem da espiritualidade”, constata a documentarista Cristiana Grumbach, que lança nesta semana seu segundo longa, “As cartas psicografadas por Chico Xavier”. Apesar do sucesso do “Tropa de Elite 2”, a diretora acredita que, no ano do centenário do médium mais famoso do Brasil, essa temática está mais forte do que nunca – prova disso são os sucessos “Chico Xavier” e “Nosso Lar”.
“Vivemos no maior país espírita do mundo, embora nem sempre isso esteja nos dados. Uma peculiaridade do brasileiro é, além de manter a sua religião, transitar pelas outras. Há uma grande curiosidade e interesse das pessoas em questionar esse tipo de tema”, explica a documentarista que começou a trabalhar no seu longa em 2004, quando sentiu curiosidade de saber como seria receber uma carta de seu avô, de quem foi muito próxima.
Cristiana, antes de fazer o filme, se considerava uma pessoa cética. Depois, talvez sua posição tenha mudado um pouco. “Não sei, o espiritismo é um assunto que me interessa. Eu me questionava de qual seria o sentimento de receber uma carta de quem já morreu. Como isso deve mudar a vida de uma pessoa?”. Com essa ideia em mente, a diretora foi atrás de pessoas que podiam lhe contar sobre suas experiências.
Ao final, ficaram no filme oito famílias que lhe contaram suas experiências. “Eu me concentrei nas histórias de mães e pais por terem maior força e por que o Chico [Xavier] também dava mais atenção a eles. Achei devia manter essa espécie de fidelidade ao trabalho dele”. Diferente de seu primeiro longa, “Morro da Conceição”, Cristiana diz não querer traçar perfil de seus entrevistados, saber de sua vida pregressa ou algo assim. “A ideia era concentrar na carta, na relação dessas pessoas com a correspondência que receberam de seus filhos mortos”.
Cristiana não chegou a conhecer Chico Xavier, mas um amigo que esteve em Uberaba acompanhou algumas sessões de psicografia. Quando ele lhe contou sobre a experiência, instigou ainda mais a curiosidade da documentarista. Para encontrar seus entrevistados, ela contou com a ajuda de pessoas ligadas a centros espíritas e estudos sobre a vida e obra de Chico Xavier.
A versão que chega aos cinemas de “As cartas psicografadas por Chico Xavier” é 20 minutos mais curta do que aquela apresentada em festivais, entre eles em Paulínia, em julho passado. “Foi uma decisão muito difícil, inclusive porque a pessoa que ficou de fora tinha uma expectativa com o filme. Mas tive de excluir aquela que tinha o menor depoimento e a maior carta lida em voz alta.”
ALYSSON OLIVEIRA
Do Cineweb
“O público está muito interessado em filmes que falem da espiritualidade”, constata a documentarista Cristiana Grumbach, que lança nesta semana seu segundo longa, “As cartas psicografadas por Chico Xavier”. Apesar do sucesso do “Tropa de Elite 2”, a diretora acredita que, no ano do centenário do médium mais famoso do Brasil, essa temática está mais forte do que nunca – prova disso são os sucessos “Chico Xavier” e “Nosso Lar”.
“Vivemos no maior país espírita do mundo, embora nem sempre isso esteja nos dados. Uma peculiaridade do brasileiro é, além de manter a sua religião, transitar pelas outras. Há uma grande curiosidade e interesse das pessoas em questionar esse tipo de tema”, explica a documentarista que começou a trabalhar no seu longa em 2004, quando sentiu curiosidade de saber como seria receber uma carta de seu avô, de quem foi muito próxima.
Cristiana, antes de fazer o filme, se considerava uma pessoa cética. Depois, talvez sua posição tenha mudado um pouco. “Não sei, o espiritismo é um assunto que me interessa. Eu me questionava de qual seria o sentimento de receber uma carta de quem já morreu. Como isso deve mudar a vida de uma pessoa?”. Com essa ideia em mente, a diretora foi atrás de pessoas que podiam lhe contar sobre suas experiências.
Ao final, ficaram no filme oito famílias que lhe contaram suas experiências. “Eu me concentrei nas histórias de mães e pais por terem maior força e por que o Chico [Xavier] também dava mais atenção a eles. Achei devia manter essa espécie de fidelidade ao trabalho dele”. Diferente de seu primeiro longa, “Morro da Conceição”, Cristiana diz não querer traçar perfil de seus entrevistados, saber de sua vida pregressa ou algo assim. “A ideia era concentrar na carta, na relação dessas pessoas com a correspondência que receberam de seus filhos mortos”.
Cristiana não chegou a conhecer Chico Xavier, mas um amigo que esteve em Uberaba acompanhou algumas sessões de psicografia. Quando ele lhe contou sobre a experiência, instigou ainda mais a curiosidade da documentarista. Para encontrar seus entrevistados, ela contou com a ajuda de pessoas ligadas a centros espíritas e estudos sobre a vida e obra de Chico Xavier.
A versão que chega aos cinemas de “As cartas psicografadas por Chico Xavier” é 20 minutos mais curta do que aquela apresentada em festivais, entre eles em Paulínia, em julho passado. “Foi uma decisão muito difícil, inclusive porque a pessoa que ficou de fora tinha uma expectativa com o filme. Mas tive de excluir aquela que tinha o menor depoimento e a maior carta lida em voz alta.”
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
QUE PEDES ?
"Louco, esta noite te pedirão a tua alma" - JESUS ( Lucas, 12:20)
Que pedes à vida amigo?
Os ambiciosos reclamam reservas de milhões.
Os egoístas exigem todas as satisfações para si somente.
Os arbitrários solicitam atenção exclusiva aos caprichos que lhes são próprios.
Os vaidosos reclamam louvores.
Os invejosos exigem compensações que lhes não cabem.
Os despeitados solicitam considerações indébitas.
Os ociosos pedem prosperidade sem esforço.
Os tolos reclamam divertimento sem preocupação de serviço.
Os revoltados reclamam direitos sem deveres.
Os extravagantes exigem saúde sem cuidados.
Os impacientes aguardam realizações sem bases.
Os insaciáveis pedem todos os bens, olvidando as necessidades dos outros.
Essencialmente considerando, porém, tudo isto é verdadeira loucura, tudo fantasia do coração que se atirou exclusivamente à posse efêmera das coisas mutáveis.
Vigia, assim, cautelosamente, o plano de teus desejos.
Que pedes a vida?
Não te esqueças de que, talvez, nesta noite, pedirá o Senhor a tua alma.
Emmanuel
Médium: Francisco Cândido Xavier
Do Livro: "Vinha de Luz" - FEB
Que pedes à vida amigo?
Os ambiciosos reclamam reservas de milhões.
Os egoístas exigem todas as satisfações para si somente.
Os arbitrários solicitam atenção exclusiva aos caprichos que lhes são próprios.
Os vaidosos reclamam louvores.
Os invejosos exigem compensações que lhes não cabem.
Os despeitados solicitam considerações indébitas.
Os ociosos pedem prosperidade sem esforço.
Os tolos reclamam divertimento sem preocupação de serviço.
Os revoltados reclamam direitos sem deveres.
Os extravagantes exigem saúde sem cuidados.
Os impacientes aguardam realizações sem bases.
Os insaciáveis pedem todos os bens, olvidando as necessidades dos outros.
Essencialmente considerando, porém, tudo isto é verdadeira loucura, tudo fantasia do coração que se atirou exclusivamente à posse efêmera das coisas mutáveis.
Vigia, assim, cautelosamente, o plano de teus desejos.
Que pedes a vida?
Não te esqueças de que, talvez, nesta noite, pedirá o Senhor a tua alma.
Emmanuel
Médium: Francisco Cândido Xavier
Do Livro: "Vinha de Luz" - FEB
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Nosso Lar - O Filme: Lançamento Nacional dia 3 de setembro
Nosso Lar - O Filme
Ao abrir os olhos, André Luiz sabe que não está mais vivo – embora sinta fome, sede, frio, ele percebe que não pertence mais ao mundo dos encarnados. Ao seu redor, uma planície escura, desértica, tenebrosa, marcada por gritos e seres que vivem à sombra. As dúvidas e as dores intensificam-se. Que destino seria esse? A trajetória deste médico bem-sucedido pelo mundo espiritual é a história de Nosso Lar. Após o sofrimento nessas zonas purgatórias, ele é levado para a cidade que intitula o filme. Novas lições e conhecimentos, marcados ainda por momentos de dor e sofrimento, estão no caminho deste homem, que enquanto aprende como é a vida em outra dimensão, também andeia em voltar à Terra e rever a família. Só que, ao conseguir ver seu entes queridos, André Luiz percebe a grande verdade – a vida continua para todos.
■Ficha Técnica:
Produção Cinética Filmes e Produções
Co-produção e distribuição: Fox Filmes do Brasil
■Apoio:
Federação Espírita Brasileira
Banco do Rio de Janeiro – Funcine BRJ
Co-produção: Migdal Filmes
■Elenco:
Renato Prieto (como André Luiz), Othon Bastos, Ana Rosa, Werner Schunemann, Lu Grimaldi, Nicola Siri, Chica Xavier e Paulo Goulart
■Sinopse:
Ao abrir os olhos, André Luiz sabe que não está mais vivo – embora sinta fome, sede, frio, ele percebe que não pertence mais ao mundo dos encarnados. Ao seu redor, uma planície escura, desértica, tenebrosa, marcada por gritos e seres que vivem à sombra. As dúvidas e as dores intensificam-se. Que destino seria esse? A trajetória deste médico bem-sucedido pelo mundo espiritual é a história de Nosso Lar. Após o sofrimento nessas zonas purgatórias, ele é levado para a cidade que intitula o filme. Novas lições e conhecimentos, marcados ainda por momentos de dor e sofrimento, estão no caminho deste homem, que enquanto aprende como é a vida em outra dimensão, também andeia em voltar à Terra e rever a família. Só que, ao conseguir ver seu entes queridos, André Luiz percebe a grande verdade – a vida continua para todos.
Trailler 1
■Ficha Técnica:
Produção Cinética Filmes e Produções
Co-produção e distribuição: Fox Filmes do Brasil
■Apoio:
Federação Espírita Brasileira
Banco do Rio de Janeiro – Funcine BRJ
Co-produção: Migdal Filmes
■Elenco:
Renato Prieto (como André Luiz), Othon Bastos, Ana Rosa, Werner Schunemann, Lu Grimaldi, Nicola Siri, Chica Xavier e Paulo Goulart
sexta-feira, 23 de julho de 2010
A Água Fluída
A Água Fluída
" E qualquer que tiver dado só que seja um copo d`água fria por ser meu discípulo, em verdade vos digo que, de modo algum, perderá o seu galardão". matheus 10:42
Meu amigo, quando Jesus se referiu ao copo de água fria, em seu nome, não se reportava apenas a compaixão rotineira que sacia a sede comum. Detinha-se o Mestre no exame de valores espirituais mais profundos. A água é dos corpos mais simples e receptivos da Terra. É como que a base pura em que a medicação do céu pode ser impressa através de recursos substanciais de assistência ao corpo e a alma, embora em processo invisível aos olhos mortais.
A prece intercessória e o pensamento de bondade representam irradiações de nossas melhores energias. A criatura que ora ou medita, exterioriza poderes, emanações e fluídos que, por enquanto, escapam à análise da inteligência vulgar, e a linfa potável recebe-nos a inluenciação, de modo claro, condensando linhas de força magnética e princípios elétricos que aliviam e sustentam, ajudam e curam.
A fonte que procede do coração da Terra e a rogativa que flui do imo dalma, quando se unem na difusão do bem, operam milagres.
O espírito que se eleva na direção do Céu é antena viva captando potenciais de natureza superior, podendo distribuí-las a benefício de todos os que lhe seguem a marcha.
Ninguém existe órfão de semelhante amparo.
Para auxiliar a outrem e a si mesmo bastam a boa vontade e a confiança positiva.
Reconheçamos, pois, que o Mestre, quando se referiu à água simples, doada em nome de sua memória, reportava-se ao valor da providência a benefício da carne e do espírito, sempre que estacione através de zonas enfermiças.
Se desejas, portanto, o concurso dos Amigos Espirituais, solução de tuas necessidades fisiopsíquicas ou nos problemas de saúde e equilíbrio dos companheiros, coloca o teu recipiente de água cristalina, à frente de tuas orações, espera e confia.
O orvalho do Plano divino magnetizará o líquido, com raios de bençãos, e estará então consagrando o sublime ensinamento do corpo de água pura, abençoado nos Céus.
EMMANUEL
Médium: Francisco Cândido Xavier
Livro: "SEGUE-ME" - Ed. O CLARIM
Produção e Distribuição: Grupo Espírita " Os Mensageiros"
http://www.mensageiros.org.br/
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